Healthliteracy em Farmácia – Alfredo Martinho – CEO Inlags Academy

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A Inlags Academy é uma empresa privada que nasce a partir de um centro de reconhecida excelência nos setores de saúde e educação, o Instituto Latino Americano de Gestão em Saúde (Inlags) e da experiência profissional de mais de 25 anos em EAD, com o propósito de oferecer educação inclusiva e equitativa de qualidade, na área da saúde, promovendo oportunidades de aprendizado por toda a vida para todos, a preços acessíveis.

A formação de uma equipe de governança com grande experiência, comprometidos nessa emergência mundial atual de uma revolução de requalificação das pessoas que cuidam de pessoas.

A educação em saúde tem que estar antenada às novas tendências, precisa melhorar o sistema de ensino para recolocar as novas tecnologias no currículo de atualização do prestador de serviços na saúde. Com a rápida evolução digital várias funções ainda serão criadas.

Hoje em dia fala-se muito em desenvolvimento de “soft Skills” ou habilidades finas através de novas metodologias de ensino em múltiplas competências necessárias na atuação do setor de saúde.

A geração pós milênio, nascidos em um mundo já conectado da internet, dominados por redes sociais e smartphones com sobrecarga de informações e adaptados às plataformas de streaming de áudio e vídeo necessitam uma curadoria para esse excesso de conteúdo.

Habilidades de alfabetização em saúde (Healthliteracy) para:

  • Ajudar as pessoas a encontrar informações e serviços
  • Comunicar sobre saúde e cuidados de saúde
  • Processar o que as pessoas estão pedindo explícita e implicitamente
  • Entenda como fornecer informações e serviços úteis
  • Decida quais informações e serviços funcionam melhor para diferentes situações e pessoas, para que possam agir

Formada por profissionais renomados na área de educação em saúde a Inlags Academy se compromete a transformar a vida das pessoas através do acesso a conteúdo de grande relevância. Através de parcerias com instituições de excelência em educação no Brasil e no exterior buscando a qualificação permanente dos egressos de seus cursos.

Propósitos / Missão

Oferecer educação inclusiva e equitativa de qualidade, na área da saúde, promovendo oportunidades de aprendizado por toda a vida para todos, a preços acessíveis.

Valores

  • Transparência: na sua governança.
  • Parceria: com empresas, educadores, líderes comunitários, agências governamentais, seguradoras de saúde, prestadores de serviços de saúde
  • Inovação – nos seus processos educacionais.
  • Competência – na equipe de professores e colaboradores.

Visão

Ser referência em ensino à distância no Brasil e países de língua portuguesa tendo como premissas “lifelong learning” (aprendizado por toda a vida) e “health Literacy” (educação/alfabetização em saúde). 

O moderno conceito de Healthliteracy, em que empresas, educadores, líderes comunitários, agências governamentais, seguradoras de saúde, prestadores de serviços de saúde, a mídia e muitas outras organizações e pessoas têm um papel a desempenhar na melhoria da alfabetização em saúde em nossa sociedade (Healthliteracy), nesse artigo que coloco o link abaixo para que possam a ler no original, foi publicado em novembro de 2020 e trata da educação em saúde e a automedicação, tão comum em nosso país continental com controle frágil no acesso à medicamentos.

Aproveitem a leitura!

https://www.emerald.com/insight/content/doi/10.1108/IJPHM-09-2019-0062/full/html?skipTracking=true

Combo : Assistência Farmacêutica Geral

Vulnerabilidade de consumidores adultos pouco alfabetizados em relação a medicamentos de venda livre

Juliana Reis Bernardes , Cecília Lima de Queirós Mattoso , Marco Aurelio Carino Bouzada , Claudia Affonso Silva Araujo 

Jornal Internacional de Marketing Farmacêutico e de Saúde

ISSN: 1750-6123

Data de publicação: 2 de novembro de 2020 

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Resumo:

Objetivo

Este estudo tem como objetivo verificar o impacto da alfabetização na vulnerabilidade do consumidor de medicamentos de venda livre (OTC) avaliada pela alfabetização em saúde e compreensão dos rótulos.

Design / metodologia / abordagem

A teoria da resposta ao item (TRI) foi usada para estimar o letramento em saúde de dois grupos e os testes de análise de variância bidirecional foram usados ​​para testar as hipóteses de existência de diferenças médias entre as duas populações. A amostra de conveniência envolveu 188 consumidores de OTC: 94 (50%) pouco alfabetizados e 94 (50%) estudantes / graduados universitários.

Achados

Consumidores / graduados universitários têm um nível de instrução em saúde e compreensão de rótulos que é superior àqueles apresentados por consumidores pouco alfabetizados. Além disso, a idade não influencia o nível de conhecimento em saúde dos usuários de medicamentos OTC, mas tem um impacto significativo na compreensão dos rótulos dos medicamentos OTC. Finalmente, o nível de escolaridade e a “faixa etária”, simultaneamente, não afetam a compreensão dos rótulos dos medicamentos OTC ou da educação em saúde.

Limitações / implicações da pesquisa

Este estudo vem agregando na área do conhecimento ao investigar o comportamento de consumidores pobres e alfabetizados no Brasil, um país em desenvolvimento. Os resultados podem ser relevantes para os profissionais de Marketing, especialmente os da indústria farmacêutica, e para os policiais, pois ajudam a identificar os principais problemas enfrentados pelos consumidores pouco alfabetizados.

Implicações práticas

É preciso conscientizar sobre os perigos da automedicação e do uso incorreto de medicamentos, principalmente voltado para pessoas com baixo nível de alfabetização. Como sugestão, um simples glossário apresentado junto com o rótulo poderia fornecer explicações de termos científicos, aumentando assim o conhecimento em saúde e reduzindo a vulnerabilidade dos consumidores.

Implicações sociais

Este estudo mostrou que ao usar palavras comuns como gastrite para definir um problema de saúde, há um maior grau de acerto. Esses resultados sugerem a adoção de uma linguagem mais direta e com explicações mais precisas. Com isso, a indústria farmacêutica e os formuladores de políticas melhorarão seu impacto social aumentando o poder do consumidor e cuidando da saúde da população mais vulnerável: os analfabetos.

Originalidade / valor

Este estudo contribui com a literatura internacional, pois amplia e esclarece o conhecimento sobre o poder e a vulnerabilidade dos clientes em países em desenvolvimento. Ele preenche uma lacuna avaliando a compreensão do rótulo e o conhecimento sobre saúde ao mesmo tempo, dando uma contribuição acadêmica para os estudos dos consumidores farmacêuticos.

Palavras-chave

Citação

Bernardes, JR , Mattoso, CLdQ , Bouzada, MAC e Araujo, CAS (2020), “Vulnerabilidade de consumidores adultos mal alfabetizados em relação a medicamentos de venda livre”, International Journal of Pharmaceutical and Healthcare Marketing , vol. à frente da impressão Nº à frente da impressão. https://doi.org/10.1108/IJPHM-09-2019-0062

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Editor

Emerald Publishing Limited

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Leitura adicional

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autor correspondente

Claudia Araujo pode ser contatada em: claraujo@coppead.ufrj.br

Sobre os autores

Juliana Reis Bernardes é Professora Associada da Universidade Federal do Piauí (UFPI) e da Faculdade de Educação Superior da FAES. É mestre em Administração de Empresas e Desenvolvimento Gerencial pela Escola de Pós-Graduação em Negócios da UNESA no Rio de Janeiro e graduada pela Escola de Pós-Graduação em Negócios da UNESA no Rio de Janeiro.

Cecília Lima de Queirós Mattoso é Professora Associada da Escola de Pós-Graduação em Administração da UNESA no Rio de Janeiro. Trabalhou por seis anos no Grupo Amil (Seguradora Médica), Rio de Janeiro. Ela é doutora em Ciências e mestre em Administração de Empresas (COPPEAD / UFRJ) e graduada pela Fundação Getúlio Vargas – Rio.

Marco Aurélio Carino Bouzada é há 12 anos Professor Catedrático do Quadro Permanente do Mestrado em Administração da Universidade Estácio de Sá, tendo sido Coordenador Adjunto do Programa e Editor-Chefe da Revista Adm.MADE . É formado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, mestre em Administração de Empresas pelo Coppead Institute of Administration / UFRJ e doutor em Administração de Empresas pelo Coppead Institute of Administration / UFRJ. Ele tem experiência em estatística, métodos quantitativos, pesquisa operacional e jogos de negócios.

Claudia Affonso Silva Araujo é Professora Associada da Escola de Pós-Graduação em Administração do COPPEAD da Universidade Federal do Rio de Janeiro (COPPEAD / UFRJ) e Professora Associada da EAESP-FGV. É Coordenadora do Centro de Estudos em Saúde (CESS / COPPEAD) e Bolsista do Colégio Brasileiro de Executivos de Saúde (CBEXs). Foi Pesquisadora Visitante da Robert Smith School of Business – Maryland University (EUA) em 2004. É Doutor em Ciências e Mestre em Administração de Empresas (COPPEAD / UFRJ) e graduada em Economia (PUC-RIO). Ela é professora e pesquisadora nas áreas de gestão de saúde, gestão de serviços, inovação e design thinking.

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