A genética do desempenho humano                            

Publicação recente na revista Nature demonstra que é provável que a fisiologia humana tenha sido selecionada para a atividade física de resistência. 

No entanto, os humanos modernos se tornaram amplamente sedentários, com a atividade física se tornando uma atividade de lazer para a maioria. 

Enquanto a inatividade é um forte fator de risco para doenças, a atividade física regular reduz o risco de doenças crônicas e mortalidade. 

Embora evidências epidemiológicas substanciais apoiem ​​os efeitos benéficos do exercício, comparativamente pouco se sabe sobre os mecanismos moleculares por meio dos quais esses efeitos operam. 

Análises genéticas e genômicas identificaram variações genéticas associadas ao desempenho humano e, juntamente com análises proteômicas, metabolômicas e multimômicas recentes, estão começando a elucidar os mecanismos genéticos moleculares subjacentes aos efeitos benéficos da atividade física na saúde humana.

 

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